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O fechamento do colégio Energia de Criciúma fez com que o Conselho Estadual de Educação (CEE) decidisse por uma fiscalização mais intensa no setor.
Em nota oficial, o Sistema de Ensino Energia afirma que a marca fornece às escolas licenciadas o material didático e assistência pedagógica, mas que a administração de cada licenciada é autônoma e independente.
Nesta segunda, oficiais de Justiça estiveram no prédio do Energia de Criciúma para avaliar os bens que devem ir a leilão para pagar funcionários.
O Colégio Energia de Criciúma fechou as portas no último dia 7, despejado por falta de pagamento de aluguel desde 2008. Com isso, quase dois mil alunos na cidade ficaram sem ter onde estudar.
Após o fechamento da unidade, a Central de Plantão Policial (CPP) da cidade recebeu quase 5- boletins de ocorrência contra a escola. Os pais procuraram a polícia para tentar sustar os cheques de mensalidades e matrícula em agências bancárias.
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